Toda criança tem o direito e precisa brincar!
Mas nem sempre é tranquilo pois existem alguns motivos que podem dificultar o acesso ao universo lúdico. Como nos casos em que a criança apresente algum impedimento orgânico seja ele mental, físico e/ou sensorial.
Sabemos que a maioria dos brinquedos não são adaptados para crianças com alguma disfunção. Mas elas tem o interesse e necessidade como qualquer criança. Falo isso em outras postagens
http://terapiaocupacional-bethprado.blogspot.com.br/2011/02/delicadeza-entre-querer-e-poder-brincar.html
Desta vez deixo o link para acessar um livro muito bom que fala de jogos e brincadeiras para crianças com deficiência visual promovendo a inclusão tão necessária para se viver em comunidade. Vai lá!
http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/brincartodos.pdf
Espaço destinado para divulgar informações e experiências no campo da terapia ocupacional com as diversas intersecções no cotidiano.
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Brincar, sempre!
Hoje, 12 de outubro, dia especial dedicado às crianças!
E como não falar em brincar?!
Amarelinha, pião, pega-pega, soltar pipa, corrida de saco, batatinha frita 1,2,3, bola de gude, baralho, chocalho, brincadeira de roda, queimada, cama-de-gato, carrinho, boneca, jogo de sombras na parede, fazer chá para as bonecas, balançar, pintar, esconde-esconde, brincar de estátua, de cabana...enfim tudo que podemos, na medida do possível, vivenciar na infância e quiça hoje transmitir para as crianças deste tempo um ensinamento tão natural de viver com o corpo, mente e alma de forma integrada.
O brincar alia o que precisamos apreender, elaborar, expressar, imitar, modificar, criar..."coisas dos modos". Começar, durar, terminar, persistir, mudar..."coisas do tempo".
No post de hoje indico um livro: "Jogos de todo o mundo. Mais de 100 jogos individuais e de grupo". Da Ciranda Cultural. Autores: Oriol Ripoll e Rosa Maria Curto.
Um livro didático e bem abrangente que conta sobre as brincadeiras dos diversos países. Comprovando que em qualquer idade, condição orgânica, raça e cultura há sempre um tempo e lugar para brincar!
Na dúvida, brinque. Sempre! Com a sua criança e com quem estiver por perto.
Por Ana Elizabeth Prado
Crefito 3/1670 TO
E como não falar em brincar?!
Amarelinha, pião, pega-pega, soltar pipa, corrida de saco, batatinha frita 1,2,3, bola de gude, baralho, chocalho, brincadeira de roda, queimada, cama-de-gato, carrinho, boneca, jogo de sombras na parede, fazer chá para as bonecas, balançar, pintar, esconde-esconde, brincar de estátua, de cabana...enfim tudo que podemos, na medida do possível, vivenciar na infância e quiça hoje transmitir para as crianças deste tempo um ensinamento tão natural de viver com o corpo, mente e alma de forma integrada.
O brincar alia o que precisamos apreender, elaborar, expressar, imitar, modificar, criar..."coisas dos modos". Começar, durar, terminar, persistir, mudar..."coisas do tempo".
No post de hoje indico um livro: "Jogos de todo o mundo. Mais de 100 jogos individuais e de grupo". Da Ciranda Cultural. Autores: Oriol Ripoll e Rosa Maria Curto.
Um livro didático e bem abrangente que conta sobre as brincadeiras dos diversos países. Comprovando que em qualquer idade, condição orgânica, raça e cultura há sempre um tempo e lugar para brincar!
Na dúvida, brinque. Sempre! Com a sua criança e com quem estiver por perto.
Diretrizes de atenção à pessoa com Síndrome de Down
De olho na informação!
Segue o link do material elaborado em 2012 pelo Ministério da Saúde.
http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/diretrizes_cuidados_sindrome_down.pdf
Segue o link do material elaborado em 2012 pelo Ministério da Saúde.
http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/diretrizes_cuidados_sindrome_down.pdf
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Os sentidos do corpo e significados do imaginário - brincando com recursos sensoriais na terapia ocupacional
Por Ana Elizabeth Prado
Crefito 3/1670 TO
Vamos combinar que já lemos algo sobre Transtornos do Processamento Sensorial, ou Distúrbio de Integração Sensorial(vide outras postagens).
Mas antes do transtorno, distúrbio, espectro, síndromes e muito mais, há o sujeito, no caso, a criança...e com ela o seu desenvolvimento, sua história, sua família e, se houver, alguma diferença no desempenho.
O que precisamos é saber de que lugar inicia a dificuldade e aliar uma boa compreensão de COMO a criança prefere interagir, brincar, comunicar, aproveitando os "momentos de ouro" da infância.
![]() |
| Quando a acomodação sensorial organiza a brincadeira e vice-versa |
Nós, terapeutas, podemos cair na tentação de "receitar" atividades para estimular os sentidos de modo mecânico que talvez não traga benefícios reais para a criança.
Uma boa terapia é o lugar de encontro da criança com tudo que interessar à sua vida, com seus temores, desafios, gostos, risos e potencial para desenvolver.
Isto pode ser feito valorizando a imaginação e criatividade...com muita diversão!
Dica:
Para crianças com *dificuldades no processamento sensorial tenha sempre por perto diversos materiais sensoriais que possam ser transformados em objetos lúdicos: por exemplo, um colete de neoprene (como se vê na foto) que dá uma pressão profunda pode ser um colete de um jovem guerreiro que carrega uma espada super especial. Espada imaginária que pode ser no mundo físico real de cerdas macias. E que às vezes nem é uma espada mas outro objeto para se proteger.
É legal ter disponíveis materiais com texturas, pesos, cores, volumes, temperatura, solidez, mobilidade e plasticidade diferentes para compor o que chamamos a "dieta sensorial" necessária para cada perfil sensorial, mas nunca esquecendo que é o subjetivo que escolhe e sustenta para se tornar significativo.
Assim são construídos novos mapas de território e de significados a todo momento em que a criança estiver disponível e o ambiente favorável.
Estou falando de corpo, emoção e cognição - todos dependem de um bom processamento das sensações.
* Presente em algumas crianças com dificuldades de aprendizagem, do espectro autista, transtorno de coordenação, síndromes, entre outros.
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
As coisas que nos fazem únicos - Autismo não é doença
Indico este vídeo pois ele retrata um aspecto importante:
como cada um de nós sente, processa e responde às inúmeras solicitações do meio ambiente a partir de um modo próprio de existir.
E que este pode ir se modificando a depender das oportunidades da vida, do contato consigo e com os outros... valorizando a identidade.
Pense nisso antes de achar que o Transtorno do Espectro Autista ou qualquer diferença no desenvolvimento é algo muito longe da nossa forma de viver.
Podemos aprender a cada segundo da vida!
como cada um de nós sente, processa e responde às inúmeras solicitações do meio ambiente a partir de um modo próprio de existir.
E que este pode ir se modificando a depender das oportunidades da vida, do contato consigo e com os outros... valorizando a identidade.
Pense nisso antes de achar que o Transtorno do Espectro Autista ou qualquer diferença no desenvolvimento é algo muito longe da nossa forma de viver.
Podemos aprender a cada segundo da vida!
Ana Elizabeth Prado
Crefito 3/1670 TO
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Dica de atividade para sala de aula - impressão das mãos
Que tal fazer um exercício agora? Olhe esta imagem e preste atenção em que ela te afeta.
Depois leia meu comentário. Quem sabe você pode perceber formas variadas a mais das que sugeri em como utilizar esta atividade.
Ana Elizabeth Prado
Crefito 3/1670 TO
Esta dica veio como sugestão para o ensino dos fonemas para crianças com dislexia.
Achei muito interessante para qualquer criança, pois vai além disso!
Imprimir as mãos com diferentes cores, posições, partes, totalidade, dimensões, combinações.
Usando a imaginação, memória, percepção, reprodução, história, criação. A partir do corpo!
Em sala de aula dá para fazer várias brincadeiras:
- em subgrupos compondo cenas aliando a alfabetização.
Dica: vale investir no uso combinado de representações. Os mapas neurais agradecem!
- como composição de "frases-charadas"
- material riquíssimo para lidar com os conceitos matemáticos. Os quais começam a partir das nossas dimensões corporais e do tempo das nossas ações e recombinações.
- como composição de "frases-charadas"
- material riquíssimo para lidar com os conceitos matemáticos. Os quais começam a partir das nossas dimensões corporais e do tempo das nossas ações e recombinações.
- podendo inclusive usar outras partes do corpo. O que mais podemos compor com as mãos e joelhos?
Dica: a propriocepção (sentido do corpo) bem vivenciada traz benefícios para o estado de alerta e atenção, além de uma melhor habilidade na coordenação motora ampla e fina.
Vale lembrar:
Integrar sensação e movimento leva a uma percepção mais apropriada do corpo...do real ao imaginário. Não necessariamente nesta ordem.
A arte instiga a estética, a criação e, apesar que algumas pessoas esquecem disso, também o raciocínio e aprendizagem.
Integrar sensação e movimento leva a uma percepção mais apropriada do corpo...do real ao imaginário. Não necessariamente nesta ordem.
A arte instiga a estética, a criação e, apesar que algumas pessoas esquecem disso, também o raciocínio e aprendizagem.
domingo, 2 de setembro de 2012
Dica de brincadeira e livro para criança a partir de 6 anos
Ana Elizabeth Prado
Crefito 3/1670 TO
Estava em um dos meus passeios favoritos: livraria. Achei um sonho de livro que há muito tempo tive vontade de fazer algo parecido. Mas ele veio melhor do que meu sonho. Repleto de sequência dos passos daquela brincadeira que na minha infância se chamava: Cama de Gato.
Quem nunca ficou horas com outro amigo, criança ou adulto, entrelaçando os dedos com barbante tentando até conseguir fazer a cama de gato?
E o melhor, neste livro tem sugestões de outros desenhos.
Nesta brincadeira estamos incentivando:
-o uso e dissociação dos dedos
-discriminação sensorial
-habilidade da coordenação motora fina
-dominio do tônus muscular
-relação espacial e demais faculdades da percepção visual
-sequência nas praxias
-tolerância a ensaio-erro
-maturação da lateralidade
-cruzamento da linha média
-cooperação
Continuo fã daquelas brincadeiras onde naturalmente se exercitam diversas habilidades importantes para o desenvolvimento global, de maneira divertida.
Além de ser indicado para qualquer criança em idade escolar uso na clínica com crianças com Transtorno do Desenvolvimento da Coordenação ou Dispraxia de Desenvolvimento, e outras defasagens no desempenho escolar. Uso de maneira criteriosa, quer dizer, a criança precisa ter condições de fazer para não se frustar. E muitas vezes é necessário uma adequação do modo da criança aprender o jogo, de acordo com a idade e, se tiver, alguma disfunção.
Toda brincadeira e jogo devem ter no mínimo o consentimento, prazer, ludicidade e envolvimento ativo da criança. Caso contrário passa a ser um exercício que pode cair só no campo de interesse do adulto.
Vai lá no site da editora www.catapulta.net
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