Que tal fazer um exercício agora? Olhe esta imagem e preste atenção em que ela te afeta.
Depois leia meu comentário. Quem sabe você pode perceber formas variadas a mais das que sugeri em como utilizar esta atividade.
Ana Elizabeth Prado
Crefito 3/1670 TO
Esta dica veio como sugestão para o ensino dos fonemas para crianças com dislexia.
Achei muito interessante para qualquer criança, pois vai além disso!
Imprimir as mãos com diferentes cores, posições, partes, totalidade, dimensões, combinações.
Usando a imaginação, memória, percepção, reprodução, história, criação. A partir do corpo!
Em sala de aula dá para fazer várias brincadeiras:
- em subgrupos compondo cenas aliando a alfabetização.
Dica: vale investir no uso combinado de representações. Os mapas neurais agradecem!
- como composição de "frases-charadas"
- material riquíssimo para lidar com os conceitos matemáticos. Os quais começam a partir das nossas dimensões corporais e do tempo das nossas ações e recombinações.
- como composição de "frases-charadas"
- material riquíssimo para lidar com os conceitos matemáticos. Os quais começam a partir das nossas dimensões corporais e do tempo das nossas ações e recombinações.
- podendo inclusive usar outras partes do corpo. O que mais podemos compor com as mãos e joelhos?
Dica: a propriocepção (sentido do corpo) bem vivenciada traz benefícios para o estado de alerta e atenção, além de uma melhor habilidade na coordenação motora ampla e fina.
Vale lembrar:
Integrar sensação e movimento leva a uma percepção mais apropriada do corpo...do real ao imaginário. Não necessariamente nesta ordem.
A arte instiga a estética, a criação e, apesar que algumas pessoas esquecem disso, também o raciocínio e aprendizagem.
Integrar sensação e movimento leva a uma percepção mais apropriada do corpo...do real ao imaginário. Não necessariamente nesta ordem.
A arte instiga a estética, a criação e, apesar que algumas pessoas esquecem disso, também o raciocínio e aprendizagem.
